O Sul em Cima, por Kleiton Ramil

Natural de Curitiba, Juliana Cortes é formada em Música Popular e especialista em História Social da Arte e Canção Popular. Lançou em 2013 o álbum Invento, indicado ao Prêmio da Música Brasileira e eleito 0 32º Melhor Álbum da MPB pela Embrulhador.com. Já se apresentou ao lado de Vitor Ramil, Daniel Drexler, Arthur de Faria, Rafael Santa Cruz, Gabriele Mirabassi entre outros. Em 2016 lança o segundo trabalho solo – CD GRIS, produzido por Dante Ozzetti Neste álbum, a artista apresenta 10 canções de autores como Paulo Leminski, Vitor Ramil, Dany López, Arrigo Barnabé e Luiz Tatit. Gris é marcado por participações especiais como Arrigo Barnabé, Antonio Loureiro e Paulinho Moska.

“Os dois discos (Invento de 2013 e GRIS 2016) se completam. Invento é uma parte mais jazz enquanto Gris é mais pop. O primeiro é cheio de improvisos e o segundo tem uma escrita mais  elaborada. Eles praticamente coexistem…mostram o que ouço, o que gosto e o que vivo. De uma maneira mais poética, “Invento” é o escuro, o inverno…”Gris” é o prata e simboliza o início de uma nova cor” diz Juliana.

Os músicos que participam do CD GRIS são: Juliana Cortes (voz), Dante Ozzetti (violão), Ronaldo Saggiorato e Du Moreira (baixo), Romildo Weingartner (violoncelo), Guilherme Kastrup e Vina Lacerda (percussão).GRIS, que significa cinza em diversos idiomas, acentua a paisagem urbana e fria das três capitais em que o álbum foi gravado. Curitiba, São Paulo e Buenos Aires. A capital argentina inspirou a gravação de canções como BANDIDA (Ulisses Galleto e Grace Torres) e MISMO (Estrela Leminski e Leo Minax), com participação especial de Paulinho Moska, além do trio instrumental formado por Diego Schissi ao piano, Santiago Segret no bandoneon e Juan Pablo Navarro no contrabaixo. Com um repertório composto em sua maioria por músicas inéditas, a intérprete apresenta um disco onde a poesia poucas vezes é exposta em primeira pessoa. Desta forma, mantém um ar mais narrativo para suas gravações, particularidade também vista no CD Invento. “Neste novo trabalho, há menos espaço para improvisação instrumental e mais espaço para a palavra” reflete a intérprete.

http://blogkleitonprincipal.blogspot.com.br/2016/07/o-sul-em-cima-27-juliana-cortes.html

 

Por lumendesign

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