Natural de Curitiba, é formada em música popular, especialista em Música Popular Brasileira, História Social da Arte e Canção Popular. Tem se dedicado à interpretação da canção popular brasileira, presente em seus shows, discos e trabalhos onde fez participação especial. Após o espetáculo “Juliana Cortes convida Vitor Ramil”, lançou o CD Invento em 2013 com obras de autores sulistas, misturando a literatura do sul com um instrumental mais arrojado. O disco foi citado como destaque por críticos de Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro e pré-selecionado ao Prêmio da Música Brasileira de 2014. INVENTO também foi indicado como “melhor do ano” pelo jornal Gazeta do Povo – PR e a colocou no ranking dos melhores álbuns e melhores cantoras de 2013 pela publicação pernambucana “Embrulhador.com”. Lançou seu segundo álbum – Gris, em 2016, trazendo a sonoridade e geografia urbana das cidades onde o CD foi gravado: Curitiba, São Paulo e Buenos Aires. Produzido por Dante Ozzetti, o disco inclui 10 canções, algumas obras escritas para a intérprete. Em 2016, lançou o videoclipe 100% animação de “O MAL”, música gravada no CD GRIS ao lado de Arrigo Barnabé. O clipe ganhou o prêmio “Short of the yeart” – PROMOFEST na Espanha e tem entrou em exibição em 100 salas de cinema da Europa. Em 2017, lança o single “I´m used to being alone with a broken heart” gravado ao vivo em Curitiba com produção de Ian Ramil e Guilherme Ceron, vencedores do Grammy Latino 2016.

Juliana Cortes já se apresentou ao lado de Vitor Ramil, Dany López, Ian Ramil, Arthur de Faria, Antônio Saraiva, Dante Ozzetti, Gabrielle Mirabassi, Daniel Drexler entre outros. Colaborou como pesquisadora em livros de cultura popular e canção para crianças como a série “Cancioneiro Folclórico Infantil”, de Mara Fontoura, editado pelo selo Gramofone. Como produtora cultural, idealizou e produziu diversos projetos, entre eles, a série de shows com Ron Carter e Raul de Souza no Brasil em 2014.